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Abraão, o patriarca do judaísmo, cristianismo e islamismo, tem origens profundamente conectadas à antiga cultura mesopotâmica e aos deuses anunnaki, conforme revelado por tábuas cuneiformes sumérias que antecedem a Bíblia em milhares de anos. Nascido na cidade suméria de Ur, Abraão foi influenciado pela adoração de Nannar, o Deus da Lua, e pelo conhecimento avançado dos anunnaki. Sua partida para Canaã, tradicionalmente vista como um chamado divino, alinha-se com eventos geopolíticos ligados à influência decrescente dos anunnaki e seus interesses estratégicos em locais importantes como Nippur e o Porto Espacial do Sinai.
Registros antigos sugerem que as histórias bíblicas da criação, do dilúvio e da intervenção divina foram adaptadas de narrativas sumérias mais antigas. A aliança de Abraão com Yahweh, assemelhando-se a acordos entre reis sumérios e os Anunnaki, reflete uma reinterpretação de tradições politeístas em monoteísmo. Eventos como a Guerra dos Reis destacam o papel estratégico de Abraão na proteção dos interesses dos Anunnaki durante um período de conflito cósmico e terrestre.
Este reexame posiciona Abraão como uma ponte entre a cultura suméria e a ascensão das religiões monoteístas, sugerindo que essas crenças têm raízes nos mitos e tradições da antiga Mesopotâmia, moldadas pelo legado duradouro dos Anunnaki.





